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domingo, 18 de novembro de 2012

MODELO DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO APRENDENTE


AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO APRENDENTE
Aplicação das provas operatórias de Piaget
(Prova da conservação de quantidades discretas)
8ª sessão

MATERIAL:

- 10 fichas vermelhas
- 10 fichas azuis

PROCEDIMENTO DE APLICAÇÃO

Conversei sobre as fichas e pedi que xxxx escolhesse uma cor. Dispus sobre a mesa 6 fichas, azuis, alinhando-as, e pedi à criança que fizesse outra igual com as fichas vermelhas, disse: " Ponha o mesmo tanto(a mesma quantidade) de suas fichas, como eu fiz com as azuis, nem mais nem menos" , ou "Faça com suas fichas uma fileira igual a minha, com o mesmo tanto nem mais nem menos" .
O aprendente executou a atividade muito bem.


Eu: Você tem certeza que estas duas fileiras têm o mesmo tanto de fichas?”ou "Há o mesmo tanto (ou a mesma quantidade) de fichas vermelhas e azuis?”
H: Sim! Porque sim!

Eu: "Se eu fizer uma pilha com as fichas azuis e você fizer uma pilha com as fichas vermelhas qual das duas ficará mais alta? - Por quê?
H: As duas.
Eu: Como você sabe disso?
H: Porque sim, foi à resposta.

Fiz uma modificação na disposição das fichas de uma das fileiras, (A -B) espaçando-as de modo que a fileira A ficou mais comprida do que a B.





Eu: “Tem o mesmo tanto de fichas azuis e vermelhas ou não?”
H: Não

Eu: “Aonde tem mais?”
H: Aqui. (Mostrou nas vermelhas)

Eu: “Como você sabe?”
H: Porque sim. Ficou grande.
(mostrando as fichas vermelhas)

Eu: “Você se lembra que antes a gente tinha posto uma ficha vermelha diante de uma azul”?”ou” Outro dia um (a) menino(a) como você me disse que nessas duas fileiras tinha a mesma quantidade de fichas; o que você acha disso?”
H: Antes estava tudo junto. Agora não.

Repeti o mesmo procedimento do item 1, voltando as fichas para a situação de igualdade.







Eu: “E agora o que você acha? Tem o mesmo tanto?
H: Agora sim, porque estão juntas.
A “Foram colocadas as fichas de acordo com o modelo (abaixo) e repetido o procedimento do item 2.







Eu: E agora o que você acha? Tem o mesmo tanto?”
H: (Tentou contar e ficou em dúvida e respondeu)
-Não, aqui tem mais. (Mostrando para as vermelhas)

Eu: Fiz um círculo com as fichas azuis e pedi que H. Fizesse a mesma coisa com as fichas vermelhas não colocando nem mais nem menos.
Em seguida perguntar: “Você tem certeza de que estão iguais?” “– Há o mesmo tanto de fichas vermelhas e azuis”?”“.
H: Teve dúvida, pensou, pensou e respondeu que sim, porque era o mesmo desenho.

Eu: Como você sabe disso?”
H: Porque sim. (Não teve argumentação)

Análise:

O que já era esperado o aprendente não tem noção de conservação discreta.









AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO APRENDENTE
Aplicação das provas operatórias de Piaget
( Prova da conservação das quantidades de líquido)
9ª sessão

MATERIAL:

- Dois copos idênticos;
- Um copo estreito e mais alto;
- Um copo mais largo e mais baix;
- Um jarro de plástico.


PROCEDIMENTO DE APLICAÇÃO

Conversei com a criança e a convidei-a fazer uma experiência com água. Vou colocar água nestes dois copos (copos iguais) quando eles estiverem com a mesma quantidade (ou o mesmo tanto) de água você me avisa? Olhe bem!”

1. Coloquei a água até mais ou menos a metade do copo e perguntei:
A
 

          A’

 



- “Estão iguais? Tem a mesma quantidade de água nos dois copos?” - “Você tem certeza”?”-” Por quê?”

H: Sim. Porque sim.
Eu “Se você tomar toda a água deste copo (A) e eu tomar toda a água deste (A’) qual de nós tomará mais água? Por que?
H: As duas vão tomar o mesmo tanto.
Atividade 2

A. Transvasei a água de A para B (copo mais estreito e alto) e depois perguntei:
 






Eu: “E agora onde tem mais água?”
H: Mostrou que era no copo B.
Eu: “Por quê? “Como você sabe disso? “
H: Porque sim. Ele tem mais.

Eu: “Se eu beber a água de B e você a de A. Quem vai beber mais?
H: Você. Porque você tem mais.

Usei a Contra – Argumentação:

Há outro dia eu estava brincando com uma menina que tem sua idade e ela me disse que nesses dois copos tem a mesma quantidade de água porque a gente não pôs nem tirou. Você acha que aquela menina estava certa ou errada?
H: Errada.

Eu: Por quê?
J. Porque ela não prestou atenção e não viu que você tem mais.

Atividade 3.
Eu: Transvasar a água de B para A novamente, mostrei à criança os dois copos A e A’ e perguntar:




Eu: E agora onde tem mais água?
H: Agora nós duas.
Eu: Se eu beber esta água (A) e você esta (B), quem bebe mais eu ou você? - Por quê?”
H: (Pensou, pensou) Nós duas.

Atividade 4.
Eu: Transvasei a água de A para C (mais largo e mais curto) e depois perguntei:

 







Eu: E agora onde tem mais água?”
H: Este. (Mostrou o copo A)

Eu: Por quê? Como você sabe disso? “
H: Porque sim. Aqui tem pouquinho. (Mostrou o copo "C")

Usei a Contra – Argumentação:

Outro dia eu estava brincando com uma menina que tem sua idade e ela me disse que nesses dois copos tem a mesma quantidade de água porque a gente não pôs nem tirou. Você acha que aquela menina estava certa ou errada?
H: Não. Ela errou, aqui tem mais. (Mostrou para o copo "A")

Análise:
Não houve conservação de Líquido



AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO APRENDENTE
Aplicação das provas operatórias de Piaget
(prova da conservação da massa)
10ª sessão


MATERIAL:

- Massa de modelar colorida

PROCEDIMENTO DE APLICAÇÃO:

Convidei o aprendente para brincar com massa de modelar. Peguei uma quantidade de massa que deu para fazer uma bolinha de 2 ou 3 centímetros de diâmetro e ofereci outro pedaço igual para a criança. Fiz uma bolinha e pedi que a criança fizesse o mesmo com a massa dela. Depois perguntei:





"Estas duas bolinhas estão iguais?" - "Elas têm a mesma quantidade (ou o mesmo tanto) de massa?"
H: (Observou bastante e respondeu que sim)

Eu: Você tem certeza?
H: (Observou bastante e respondeu que sim.)

"Por quê?” Porque sim. (Falta iniciativa para resposta, sempre responde que "sim".

2. Transformei uma das bolinhas em rolinhos, dizendo:
 


-"Com esta eu vou fazer uma salsicha". Coloquei-a horizontalmente na mesa e perguntei: -"E agora onde tem mais massa?
 H: Esta. (Mostrando a bolinha de salsicha)

Eu: "Por que?
H: Porque ficou grande.

Eu: Como você sabe disso?
H: Porque você deixou ela grande.

Usei a Contra-Argumentação:

- Mas será que está aqui (indiquei a massa com forma de salsicha) tem mais massa mesmo, ela esta tão fininha?" O que você acha?
H: Acho que está é maior sim. (Mostrando na massinha com a forma de salsicha)

A. Contra argumentei dizendo:
-"Uma menina me disse que nesta mais comprida tem menos massa! O que você acha disso?
H: Ela esta errada outra vez, porque esta (mostrando na massinha em forma de salsicha) tem mais.
 



3. Transformei a salsicha em bolinha novamente.



Perguntei a "H" se agora estão iguais novamente:
H: Respondeu que sim.

4. Transformei uma bolinha em salsicha novamente. Coloquei a salsicha verticalmente sobre a mesa e perguntei:



-"E agora onde tem mais massa? Por quê?
H: Sorriu assustado, demonstrando insegurança e respondeu: esta! (Mostrando na bolinha transformada em salsicha)

Eu: "Como você sabe disso?
H: Porque ficou grande.

Usei a Contra-Argumentação:
5. Transformei a salsicha em bolinha novamente, e perguntei se as bolinhas estavam iguais.
H: Agora estão sim.

6. Dividi uma das bolinhas em cinco pedacinhos iguais e disse:




-"Desta vez eu vou fazer cinco bolinhas menores. Olhe o que eu fiz!"
-"Perguntei. -” E “agora onde tem mais massa, nesta bola grande ou em todas estas juntas -” Por quê?
H: Nestas bolinhas aqui, porque tem cinco.

-"Como você sabe disso?"
Pode contar (e contou) um, dois, três, quatro e cinco.

Eu: Você se lembra antes as duas bolas estavam iguais, tinha a mesma quantidade. O que você acha disso?"
H: Não, mas agora não tem mais. Aqui tem mais massinha (mostrou nos pedacinhos separados).

Análise
Não tem noção de conservação de massa.


Piaget em sua teoria criou estágios de desenvolvimento cognitivo. Para diagnosticar problemas de conservação ocorridos nos estágios pré-operatórios e de operações concretas.
A teoria piagetiana ressalta a importância de entender a qualidade de pensamento, os argumentos do sujeito na tentativa de compreender as transformações da realidade.
Segundo Piaget, O processo de aprendizagem é muito mais complexo do que parece; não está somente voltado às funções cerebrais e sua relação com o processo cognitivo, mas também com a forma particular de processamento de informação, que depende da estrutura cerebral e da estrutura psíquica, mais conhecida por estrutura afetiva.
Na verdade o termo psíquico ou afetivo é utilizado para explicar que cada ser tem uma forma de aprender, de conhecer, de compreender, de interpretar, ou seja, de ver o mundo.
 Esta forma é influenciada por questões emocionais e pela genética.
O desenvolvimento do cérebro e da mente se dá a partir das experiências vividas.
Desde o nascimento fazemos parte de um mundo já organizado, com suas normas sociais e sua história e é nesta interação com o meio que construímos, estruturamos e reorganizamos nossa aprendizagem; porém, isto só ocorrerá na presença de condições adequadas. E quais seriam essas condições?
Essas condições estão ligadas a fatores externos, como os aspectos sociais relacionados à família, amigos e escola e aos fatores internos do indivíduo, os quais estão relacionados ao desenvolvimento dos processos neuropsicológicos.
No entanto, Piaget em sua teoria criou estágios de desenvolvimento cognitivo. Para diagnosticar problemas de conservação ocorridos nos estágios pré-operatorio e de operações concretas.
A teoria de Piaget ressalta a importância de entender a qualidade de pensamento, os argumentos do sujeito na tentativa de compreender as transformações da realidade.
Segundo Weiss, as provas operatórias têm como objetivo principal determinar o grau de aquisição de algumas noções chaves do desenvolvimento cognitivo, destacando-se o nível de operatório do pensamento da criança, ou seja, o nível da estrutura cognoscitiva com que opera.
As provas e testes podem ser usados, se necessário, para especificar o nível pedagógico, estrutura cognitiva e/ou emocional do sujeito.
E foi a apartir destes pensamentos de Piaget e Weiss que comecei a terceira etapa do processo de intervenções psicopedagógicas com o aprendente xxxxxxx.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS

xxxxxxxxxxxxxxxxx

Ao retornar para a fase final das intervenções psicopedagógicas em relação ao estágio em Psicopedagogia Clínica na clínica xxxxx eu pude perceber em relação ao aprendente que o mesmo estava mais solto e com sua auto-estima mais elevada e que não conversava tanto a respeito do que acontecia no seu meio familiar.
 O aprendente estava mais concentrado nas atividades psicopedagógica.
Nesta terceira etapa resolvi trabalhar mais o seu lado de esquema corporal.
Durante todo este processo de intervenções psicopedagógicas que foram realizados com aprendente, percebi que, o psicopedagogo precisa compreender como a criança passa para ele suas dificuldades, para depois, então, preocupar-se com o ensino. Acredita-se ser de suma importância a construção de vínculos baseados na confiança recíproca e no respeito mútuo, o que irá favorecer o desenvolvimento do olhar e das escutas psicopedagógicas.
Segundo Paulo Freire, o ensinar e aprender são movidos pelo o desejo e pela a paixão que, através do ensinar e do aprender, são educados, elaborados e transformados em vida.
Para Paulo Freire o ensinar é uma atividade artística, é um elo integrador dos aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais.
Segundo Piaget, é brincando e jogando que a criança ordena o mundo à sua volta, assimilando experiências e informações e, sobretudo, incorporando atitudes e valores. É por intermédio do jogo e do brinquedo que ela reproduz e recria o meio circulante.
A técnica da dramatização facilita a aprendizagem quanto à assimilação de conhecimentos e à aquisição de conceitos e princípios gerais a partir de um referencial concreto. Além disso, desenvolve a habilidade de analisar e identificar os elementos de uma situação problemática, para melhor compreendê-la e buscar possíveis alternativas de solução.
Nesse caso, vejo que a Psicopedagogia é uma área de estudo interdisciplinar, abrangendo diferentes áreas do conhecimento, e cujo campo de atuação seria identificado pelo processo ensino/aprendizagem , e que tem por objeto de estudo o ser cognoscente.
Desta forma, afirmo que o psicopedagogo deve ser aquele apaixonado pela vida, pelos seres humanos, pela diferença de personalidade, pelo conhecimento de cada ser.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
Atividade com seqüência de cores
1ª sessão


Nesta atividade será trabalhada a atenção e memória do aprendente e será feita em etapas.
No primeiro momento, será colocado sobre a mesa um palito na cor amarela e retirado em seguida; o aprendente deverá procurar na caixa o palito da mesma cor e também colocá-lo sobre mesa. Após será colocado o mesmo palito amarelo e um vermelho; alguns segundos depois serão retirados e em seguida o aprendente deverá colocá-los novamente na mesa na ordem correta.
No segundo momento, serão encaixados outros palitos um por vez e a criança deverá reproduzir a seqüência.
A seqüência pode chegar a 10 cores, ou mais, dependendo do caso e poderá haver repetição de cor.
No terceiro momento, serão observadas possíveis dificuldades relacionadas à memória, e as estruturas cognitivas do aprendente.








Relatório:

Durante esta sessão pude perceber que o aprendente apesar de pouca idade desenvolveu muito bem esta atividade.
No primeiro momento, questionou como era para fazer esta atividade. Expliquei.
No segundo momento, ele falou que havia entendido tudo.
N terceiro momento, ele realizou a atividade com um bom êxito.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
Atividade para estimular a percepção auditiva
(Desenhando o que escuto)
2ª sessão



MATERIAL:
·     Cd desenhando o que escuto;
·     Ficha quadriculada;
·     Lápis e borracha.

OBJETIVO:
·     Estimular a percepção auditiva e o reconhecimento dos sons.

DESENVOLVIMENTO:
·     O aprendente recebera uma ficha quadriculada;
·     O Psicopedagogo Clínico coloca o cd com os sons e o aprendente deve representar por desenho o que ouviram.

Relatório:

Nesta atividade o aprendente desenvolveu muito bem, e cada palavra que ele escutava ele sorria a cada palavra repetida com um ar de alegrai por está acertando todas as palavras que ele escutava. Não detectei visivelmente nenhum problema auditivo nesta intervenção psicopedagógica.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
MOVIMENTOS SIMULTÂNEOS
3ª sessão


IDADE: 5 anos
DURAÇÃO: 10 m
TENTATIVA: 3 vezes
PROVA: - Braços em cruz, descrever duas circunferências com o indicador.
- Uma no sentido dos ponteiros do relógio, e outra ao contrário.
FALTAS: - Descrevê-las no mesmo sentido;
- Menor de um lado do que no outro;                  
- Irregulares.

Relatório:

No primeiro momento, desta sessão o aprendente ficou um pouco confuso quase desistiu da atividade alegando que não conseguia fazer o que eu estava solicitando na atividade psicopedagógica. Mas, resolveu tentar de novo e conseguiu realizar a atividade.
No segundo momento, ele sorriu e gritou com um ar de felicidade por ter conseguido realizar a atividade.
No terceiro momento, o aprendente falou que foi difícil mais conseguiu.
O entusiasmo e a felicidade dele de conquista foi bastante marcante.
 










INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
MOVIMENTOS SIMULTÂNEOS


IDADE: 6 anos
DURAÇÃO: 15 m
TENTATIVAS: 2 em cada mão
MATERIAL: - Carretel de linha (a experiência será nula se não for realizada com as duas mãos).
PROVA: - Andando, a criança leva o carretel em uma das mãos, soltando o fio, que enrola no indicador da outra mão 5 a 10 minutos de intervalo e troca de mão.
FALTAS: - Mais de 3 mudanças de ritmo no andar;
                  - Parar para desenrolar o fio;
                  - Andando não desenrola o fio.

Relatório:

Durante esta sessão o aprendente falou que não iria conseguir fazer esta atividade psicopedagógica. Perguntei se o mesmo queria parar ele falou que sim.
Depois, de alguns minutos ele pediu para que repetíssemos a atividade psicopedagógica novamente.
Repetimos a atividade mais o aprendente não desenvolveu muito bem esta atividade e passamos para outra atividade.
 










INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
VELOCIDADE
(4ª sessão)


IDADE: 5 anos
DURAÇÃO: 1 a 10 minutos
TENTATIVAS: 2
MATERIAL: - Seis botões de 15 mm de diâmetro com casa de 18 mm de 3 cm em 3 cm.
PROVA: - Abotoar.
FALTAS: - Tempo maior que 1 a 10 minutos.


Relatório:

No primeiro momento, desta sessão solicitei ao aprendente que vestisse uma blusa com botões para aprendemos a abotoar a camisa. Ele falou que não tinha nenhuma blusa assim. Mais falei para ele que eu tinha levado a blusa. Para ele foi uma grande surpresa.
No segundo momento, o aprende vestiu a camisa perguntando de quem era àquela roupa.
No terceiro momento, o aprende começou a abotoar a camisa mais não foi muito proveitoso nesta atividade. Ele começo abotoar de maneira errado sempre passando uma casa a mais não cumprido também o prazo estimado.
 









INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
COORDENAÇÃO ESTÁTICA – EQUILÍBRIO
5ª sessão
Nº 01

IDADE: A partir dos 4 anos
MATERIAL: Nenhum

ATIVIDADE:
O Psicopedagogo deverá traçar duas retas paralelas, porém a uma boa distância (de acordo com a idade), uma será a largada e a outra a chegada. O aprendente deverá ficar atrás da reta de largada e deverá chegar até a reta de chegada correndo com um pé só (como um saci). Ganhará ao chegar no tempo determinado pelo o Psicopedagogo..

OBJETIVO:
- Coordenação motora ampla;
- Equilíbrio;
- Rapidez.

INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
COORDENAÇÃO ESTÁTICA – EQUILÍBRIO

Nº 02


IDADE: 5 anos
DURAÇÃO: 10”
TENTATIVAS: 3
PROVA: Com os olhos abertos. Ficar na ponta dos pés, com os braços caídos, pernas unidas e pés juntos.
FALTAS: - Deslocar;
- Tocar o solo com os calcanhares
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
COORDENAÇÃO ESTÁTICA – EQUILÍBRIO

Nº 03

IDADE: 6 anos
DURAÇÃO: 10 minutos
TENTATIVAS: 3 vezes
“PROVA: Com os olhos abertos, manter-se sobre a perna direita, com o joelho esquerdo retido 90º músculo paralelos ao direito e ligeiramente separados, braços caídos, depois de 30” de repouso, repetir com a outra perna.
FALTAS: - Baixar mais de 3 vezes a perna retida
                   - Tocar o solo com os pés, saltar, elevar-se sobre a ponta do pé
                   - Balanceando

Relatório:

Na seqüência destas três atividades psicopedagógicas o aprendente desenvolveu as mesma reativamente bem dentro da expectativa esperada.
Na atividade psicopedagógica de número um  o aprendnete teve um bom êxito na:
- Coordenação motora ampla;
- Equilíbrio;
- Rapidez.
Na atividade psicopedagógica de número dois o aprendente não conseguiu se equilibrar normalmente, mais já era esperado. Por se tratar de uma atividade não muito fácil para uma criança. Alguns adultos também sentem dificuldades nesta atividade.
Na atividade de número três o aprendente ficou um pouco confuso falando sempre que era dificil fazer esta atividade mais tentou e conseguiu.
No primeiro, segundo e terceiro momentos destas três atividades psicopedagógicas o aprendente sentiu certa dificuldade no seu equilíbrio corporal mais as desenvolveu muito bem.
De modo que, o aprendente nestas atividades teve um melhor aprimoramento em seus movimentos corporais.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
ATIVIDADE PARA ESTIMULAR A ATENÇÃO
6ª sessão


MATERIAL:

QUATROS CARTÕES COLORIDOS, COM AS SEGUINTES INSTRUÇÕES:
- cartão amarelo: andar para frente
- cartão verde: andar para trás;
- cartão vermelho: parar de andar
- cartão azul: andar de lado.

OBJETIVO:
·     Estimular a atenção do aprendente.

DESENVOLVIMENTO:
·     Apresentar os cartões e explicar o movimento que deve ser executado quando mostrados;
·     O psicopedagogo deve mostrar um dos cartões, e o aprendente deverá realizar atividade em ordem.

Relatório:

Durantes esta sessão o aprendente achou que seria fácil.
No primeiro momento, apresentei as cores dos cartões e expliquei-o o que ele deveria fazer a cada passo.
No segundo momento, mostrei para ele um cartão de cada cor a sua memória foi falha e pediu para que eu repetisse tudo de novo. Pois, ele não entendeu a atividade.
No terceiro momento, fizemos tudo novamente.
No quarto momento, o aprende conseguiu realizar a atividade psicopedagógica pela a metade fez confusão nas cores. Mais nada a normal.
Questionou e sorriu dizendo que ele pensava que seria tão fácil, mais não foi.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
COORDENAÇÃO DINÂMICA GERAL
(7ª sessão)
Nº 01

IDADE: 5 ANOS
TENTATIVAS: - Deve conseguir 2 em cada 3.
PROVA: - Saltar com os pés juntos, sem impulso, por cima de uma corda estendida a 20 cm de altura (joelhos fletidos).


Nº 02

 IDADE: 6 anos
TENTATIVAS: 3
PROVA: - Com os olhos abertos, percorrer 2 m em linha reta, colocando alternadamente o calcanhar de um pé contra a ponta do outro.
FALTAS: - Não seguir a reta;
                  - Balanços.

Relatório:

O aprendente nestas duas atividades psicopedagógica sentiu dificuldade de realiza-lá corretamente.
Na atividade de número um o mesmo caiu várias vezes e por muitas vezes reclamava que estava sentindo dor nas pernas. Comentou que sua mãe havia batido nas suas pernas. Por este motivo não conseguia pular.
Na atividade de número dois o aprendente já conseguiu realizar de maneira parcial.
Reclamando sempre que não conseguia fazer direito a atividade.


INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
COORDENAÇÃO DAS MÃOS
8ª sessão

Nº 01


IDADE: 5 anos
TENTATIVAS: 3 (2 em cada 3 devem ser conseguidas)
PROVA: Com os olhos fechados tocar com o dedo indicador a ponta do nariz.
Primeiro com a direita, depois com a esquerda.
FALTAS: - Tocar outro ponto (mesmo que com a continuação acerte o nariz).

Nº 02

IDADE: 6 anos
DURAÇÃO: Direita: 2 minutos
Esquerda: 2 minutos
TENTATIVAS: 2 para cada mão
MATERIAL: - Labirintos
PROVA: - Criança sentada à mesa;
- Fixam-se os labirintos à sua frente. Deve traçar com o lápis, risco contínuo desde a entrada até a saída do 1º labirinto, passando imediatamente ao segundo, 3 minuto de repouso e trocar de mão.
FALTAS: - Sair da linha mais de 2 x com a direita (dominante) e mais de 3 x com a esquerda e ultrapassar o tempo limite.
            
Relatório:

Nas duas atividades psicopedagógicas o aprendente não desenvolveu muito bem.
Na atividade de numero um o aprendente não acertou nenhuma vez o tocar na ponta do nariz, colocava a ponta do dedo em lugares bem distantes do nariz.
N atividade de número dois não consegui realizar em nenhuma das tentativas.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
ATIVIDADE PARA ESTIMULAR A COORDENACAO MOTORA
(Dobraduras)
9ª sessão
MATERIAL:
·     Papeis coloridos;
·     Modelos e instruções de dobraduras.

OBJETIVO:
·     Estimular coordenação motora fina, lateralidade, seqüência de instruções e organização espacial.

DESENVOLVIMENTO:
·       Entregar ao aprendnete papéis coloridos no tamanho exato;
·       Demonstrar e realizar junto com o aprendente as dobraduras.


Relatório:

Para a minha felicidade o aprendente desenvolveu esta atividade psicopedagógica muito bem fizemos vários tipos de dobraduras que foram:
- Barquinho;
- Chapéu;
- Abano;
- Bico de pato.
Em todas as atividades psicopedagógicas o aprendente demonstrava um ar de felicidade e de atenção na realização de suas atividades parecei sentir prazer ao realizar estas atividades.
O aprendente teve uma:
- Ótima coordenação motora fina,
- Lateralidade,
- Organização espacial.
Foi um momento bastante gratificante para nós dois.
NTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
(JOGO DA MEMÓRIA COM ANIMAIS)
10ª sessão


DURAÇÃO: 01h30min 
TEMÁTICA: Concentração.
OBJETIVO: Estimular a participação em jogos que exijam atenção, percepção e concentração.
ESTRATÉGICA: Explorar as regras do jogo (jogo da memória com animais).
MEDIDAS:
- Embaralhar as peças;
- Vi-las-á complemente a cada jogada;
- Observar e estimular a atenção do aprendente a cada peça virada;
- Respeitar a vez.


Relatório:

Durante esta sessão que foi realizada juntamente com o prendente me sentir muito feliz ao vê-lo tão contente, participativo e envolvido com esta sessão psicopedagógica.
No primeiro momento do jogo de memória pude perceber que o aprendente apresentou muito interesse pelo o jogo.
Teve uma excelente:
- Atenção;
- Percepção;
- Concentração em decorar os nomes dos animais e encontrá-los.
No segundo momento já estava cansado e falou que o jogo já estava ficando chato e pediu para fazemos outra coisa.
õÿ! ö
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
(top de letras)
11ª sessão


DURAÇÃO: 01h30min 
TEMÁTICA: Concentração.
OBJETIVO: Estimular a participação em jogos que exijam atenção, percepção e concentração.
ESTRATÉGICA: Explorar as regras do jogo (top de letras).
MEDIDAS:
- Embaralhar as peças;
- Vi-las-á complemente a cada jogada;
- Observar e estimular a atenção do aprendente a cada peça virada;
- Respeitar a vez.


Passamos para o "Top Letras" que também estimula a atenção e concentração.
O jogo foi escolhido pelo o aprendente retirado da caixa lúdica e o meu objetivo foi justamente exercitar esta habilidade por meio de tarefas e perguntas que demandassem um grau cada vez maior de atenção, a fim de que o aprendente se acostumasse a trabalhar com atenção seletiva como ato volitivo.
Desse jogo ele gostou muito disse que iria fazer o seu nome e só paramos quando a mãe chegou.
Demonstrou-se muito mais solto e confiante neste dia. Ao ver a mãe foi logo dizendo que fez o seu nome e não errou nadinha.







INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
 (atividades psicopedagógicas no computador)
12ª, 13ª, 14ª sessão


DURAÇÃO: 01h30min 
TEMÁTICA: Concentração.
OBJETIVO: Estimular a participação do aprendente que exijam atenção, percepção, concentração e desenvolvimento motor.
MATERIAL:
- DVD;
- Computador;
- CD ROM.

Relatório:

Durantes estas atividades no DVD e no computador foram umas das atividades psicopedagógicas que o aprendente mais gostou.
 Fizemos valia de vários jogos no DVD e no computador.
O mais gratificante de tudo foi que o aprendente nunca tinha manuseado um computador.
A cada dia e a cada momento que eu apresentava um novo jogo no DVD e no computador o aprendente desenvolvia a sua coordenação motora com boa facilidade.
Logo ao chegar para a sessão o aprendente perguntava logo o que iríamos fazer hoje no computador.
Jogamos com o CD:
- Dificuldades de aprendizagem;
- Ação docente;
- Metodologias da aprendizagem;
- Fono na escola:
- dificuldades na escrita,
- dificuldades de linguagem.
- dificuldades de audição.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
(desenho livre)
15ª sessão


DURAÇÃO: 01h30min
TEMÁTICA: Representação gráfica a partir de um processo desenho livre.
OBJETIVO: Desenvolver a capacidade de criação a partir de um desenho e de expressar as idéias num texto:
ESTRATÉGICA: Apresentar uma folha com um rabisco e solicitar que a partir deste se faça um desenho.
MEDIDAS:
- Oferecer lápis coloridos para que se possa pintar o desenho;
- Através do desenho criado, solicitar que se invente uma estória.

Relatório:

Logo no início da sessão eu falei para o aprendente que hoje ele iria fazer um desenho que ele desejasse, para a minha surpresa já foi logo dizendo que iria desenhar um carro logo ao pós ao terminar o desenho começou a pintar com os lápis de cor que eu havia lhe dado. Ele foi escolhendo as cores e eu a estimulava no sentido de estar muito bonito.
Quando terminou, eu a pedi para que imaginasse uma história sobre o desenho do carro e que me contasse.
Ele falou que não sabia contar história só que apenas gostava de brincar de carro.
Mais de repente ele parou me olhou e sorriu dizendo que aquele carro parecia com o carro da policia que pegou o menino que morava na rua dele.
Percebi nesta atividade uma grande necessidade afetiva perguntei para ele se alguém ler historinha para ele respondeu que não às vezes o pai dele mais ele não entende muito bem o que o pai fala.
No final da atividade, disse que tínhamos feito uma coisa muito legal.
E que a partir da li as nossas atividades psicopedagógicas iriam finalizar e que nós não iríamos mais aos encontramos na clínica.
Mais que, brevemente poderíamos nos encontramos em outro lugar.
ROTEIRO PARA A ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO APRENDENTE DURANTE AS SESSÕES PSICOPEDAGÓGICAS


Aproximação
Bom – logo teve iniciativa
Dubitativa ( pegar e largar o material sem planejamento)
Não houve – a criança se concentrou em um único material
Organização
Boa
Material e Nível de desenvolvimento
Não montou estratégia
Plasticidade
Normal
Rigidez
Não
Estereotipia
Não
MOTRICIDADE
Adequação
Boa
Deslocamento geográfico
A criança permaneceu sentada
Preensão e manejo
Segurou os objetos normalmente
Coordenação das mãos
Realiza atividades normais com as duas mãos.
Lateralidade
Normal
Movimentos Involuntários



Ás vezes, com a cabeça baixa.
Movimentos bizarros (Gentil)
Não percebido
Ritmo do movimento
Lento para recorte e ao folhear a revista, rápido para escrever e desenhar.
Hipercinesia
Não houve
Hipocinesia
Foi percebido no momento do recorte
Ductibilidade
Normal
Criatividade
Pouca
Tolerância à frustração
Pouca
Seu mundo
( ) Externo (x) Interno
Reação
Às vezes demonstrava cansaço.

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