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domingo, 18 de novembro de 2012

MODELO DE SESSÃO PSICOPEDAGOGICA

MODELO DE SESSÃO PSICOPEDAGOGICA ROTEIRO DA SESSÃO PSICOPEDAGÓGICA 1ª e 2ª sessões 1- ACOLHIDA: CONVERSA (APRESENTAÇÃO) – Nome, profissão, horário e material. 2- CAIXA LÚDICA/AEOCA – Avaliar a leitura e raciocínio quando indagar sobre o jogo, quando ler a capa, os nomes... 3- TRABALHO PSICOMOTOR CORPORAL: EQUILÍBRIO: jogo de amarelinha, andar sobre a linha de olhos fechados. 4- PROPOSTA DE MESA: - PROPOSTA (atividade) do abc; - Padrão gráfico 1 e 2 5- ENCERRAMENTO: Fazer uma retrospectiva da sessão Após apresentação formal entre aprendente e psicoepdagogoa foi mostrada para o aprendente a caixa lúdica onde ele ficou a pensar o que seria aquela caixa. Solicitei que o mesmo pegasse algo que ele gostasse de dentro da caixa ao abrir a caixa lúdica ele olhou o que tinha dentro da caixa e questionou o que era aquele material que continha dentro da caixa. No segundo momento, depois de ter observado bem os componentes que tinha dentro da caixa lúdica o aprendente pegou um boneco e falou que ele tinha um boneco igual o que ele pegou. O aprendente também ficou a todo instante curioso ao ver a pasta AEOCA e indagou o que iríamos fazer com tanta coisa que estava dentro da caixa lúdica e dentro da pasta AEOCA. No terceiro momento, nós desenvolvemos um trabalho psicomotor muito bom através de jogo de amarelinha e andar sobre a linha de olhos fechados foi aonde eu pude perceber que o aprendente tem um excelente equilíbrio corporal. No quarto momento eu procurei trabalhar a proposta de mesa mais como o aprendente tinha apenas cinco anos de idade e faltando poucos dias para completar seis anos de idade e matriculado nas primeiras serias iniciais (alfabetização), observei que ele sentiu uma grande dificuldade em desenvolver estas atividades tanto como o teste do ABC como o Padrão Gráfico 01 e 02. Então eu procurei enfatizar mais na atividade do equilíbrio corporal e no reconhecimento de algumas figuras diversas tendo como um bom resultado positivo. ROTEIRO DA SESSÃO PSICOPEDAGÓGICA 3ª e 4ª sessões 1- ACOLHIDA: Conversa 2- CAIXA LÚDICA/AEOCA – Avaliar a leitura, matemática e raciocínio lógico, quando indagar sobre o jogo, quando ler a capa, os nome... 3- TRABALHO PSICOMOTOR CORPORAL: LATERALIDADE – direita, esquerda, em cima, em baixa, em frente, atrás... (jogo); ESQUEMA CORPORAL – montar as partes do rosto, ou dizer as partes do corpo e ele a pontar. 4- PROPOSTA DE MESA: - PROPOSTA (atividade): Teste do ABC: 3 a 4 provas; - PLANO B: Provas operativas de PIAGET – 1 a 2 provas 5- ENCERRAMENTO. Ao chegar para esta sessão conversamos a respeito do que ele tinha feito na escola e fizemos uma recapitulação da sessão anterior. No segundo momento procurei ler para ele algumas historinhas de uma coleção de livros do personagem vida marinha (descobrindo o mar) para poder observar o seu poder de percepção e interesse no que escuta, contamos de 01 a 10, fizemos alguns jogos de raciocínio lógico. No terceiro momento passei a trabalhar a lateralidade do aprendente a partir de brincadeiras como: frente a frente, jogos de reconhecimento esquerda-direita, jogos para o membro inferiores, percepção do seu lado dominante etc. No tocante do esquema corporal o aprendente montou as partes do rosto através de recorte de uma figura tendo como objetivo principal o conhecimento das partes do rosto. No quarto momento foi usada a proposta de mesa com a realização de uma Prova Operatória de Piaget com massa de modelar. No tocante o aprendente se saiu muito bem durantes esta sessão psicopedagógica, pude perceber que o mesmo já se encontrava mais solto e bastante aberto para o diálogo deixando de lado um pouco a sua timidez. ROTEIRO DA SESSÃO PSICOPEDAGÓGICA 5ª e 6ª sessões 1- ACOLHIDA: Conversa sobre o final de semana. 2- CAIXA LÚDICA/AEOCA – Avaliar a leitura e raciocínio quando indagar sobre o jogo, quando, ler a capa, os nomes... 3- TRABALHO PSICOMOTOR CORPORAL: COORDENAÇÃO MOTORA FINA E AMPLA – jogar bola com as mãos, chutar a bola... 4- PROPOSTA DE MESA: Provas operatórias de Piaget: - Seriação; - Conservação quantidade. 5- ENCERRAMENTO: Falar sobre o encerramento destas sessões e a guardar o próximo encontro. O aprendente ao chegar para esta última sessão da primeira etapa de intervenção psicopedagógica conversamos a respeito do que ele tinha feito no final de semana. O mesmo falou que sentiu saudades das nossas brincadeiras e que estava ansioso para começar com as nossas sessões psicopedagógicas e que hoje ele estava com vontade de fazer tudo que fosse solicitado. No segundo momento, procuramos explorar bastante a Caixa Lúdica e a Pasta AEOCA avaliando o aprendente da melhor maneira possível aonde foram realizadas brincadeiras com jogos da memória, pintura a mão e com pincel, leitura de revista em quadrinho do BEN 10 no qual o aprendente gosta muito. No terceiro momento, procurei trabalhar o psicomotor corporal do aprendente na observação da sua coordenação motora fina e ampla nesta atividade o aprendente desenvolveu da seguinte forma: O aprendente diante das brincadeiras ficou mais solto e mais expressivo, juntos fizemos algumas atividades como: recortar, jogar bola com as mãos e chutar bola. No quarto momento, foi sugerido para o aprendente a proposta de mesa sendo usadas as Provas Operatórias de Piaget como a de seriação e conservação da quantidade. Quanto à parte da seriação eu procurei usar o jogo dos palitos, 10 palitos com aproximadamente 1 cm de largura com uma diferença de 0,6 mm de altura entre um e outro, sendo que o primeiro tem aproximadamente 11,5 cm. E quanto à parte da Conservação e Quantidade usamos o jogo da conservação da quantidade da matéria com 02 massas de modelar de cores diferentes com aproximadamente com 4 cm de diâmetro, inicialmente começamos o jogo fazendo duas bolas iguais de cores diferentes, no segundo momento fizemos modificações da forma fazemos uma bola e a outra em forma de uma salsicha, no terceiro momento fizemos uma bola e a outra um achatamento e no quarto momento do jogo fizemos bolinhas novamente de uma cor fizemos apenas uma bola e da outra cor fizemos cinco bolinhas pequenas do mesmo tamanho. Apesar de pouca idade o aprendente desenvolveu muito bem estas atividades. Ao término desta primeira etapa destas seis sessões psicopedagógicas conversarmos sobre uma pausa durante alguns dias mais que em breve voltaríamos a nos encontramos para mais uma nova sessão psicopedagógica. No começo o aprendente não entendeu mais aos poucos ele foi criando certo entendimento a respeito do que conversamos da pausa das sessões. Durantes estas sessões psicopedagógicas que foram realizadas com o aprendente eu pude perceber que na organização das estratégias de jogo o aprendente utilizou adequadamente seus recursos cognitivos. O interesse demonstrado pelo aprendente, à alegria ao ganhar e o vínculo positivo estabelecido durante as sessões lúdicas foram percebidos claramente. A partir desta sessão o aprendente passou a tomar iniciativa para escolher o jogo, para ler as regras, demonstrou curiosidade para entender o objetivo do jogo, começou a se sentir mais feliz, mais confiante e aceitando melhor as regras e lidando melhor com as perdas. As vitórias conseguidas em relação aos processos cognitivos, motores, físicos e sociais, foram gratificantes ao final desta primeira etapa de intervenção psicopedagógica, embora seja indispensável à continuidade do atendimento, com a colaboração primordial da família, escola e demais profissionais encaminhados. Embora os resultados obtidos ainda não sejam muito visíveis aos olhos da família e escola, através de inúmeras observações, os resultados foram de grande valia. Nas sessões com o aprendnete percebia-se a alegria demonstrada pelo o mesmo ao jogar e o quanto isso proporcionou um vínculo forte com esta estagiária em Psicopedagogia Clínica, o que facilitou para que a criança aprendesse a lidar melhor com seus medos e inseguranças, a lidar melhor com a aceitação de limites e demonstrando mais interesse por aquilo que estava sendo jogado durante as sessões pasicopedagogicas. Do ponto de vista psicopedagógico, o processo de aprendizagem envolve não somente a fala do sujeito que aprende, mas também a fala de quem ensina. Muitos educadores desvalorizam a brincadeira acreditando que o mais importante na escola é aprender a ler e escrever esquecendo que a brincadeira e o jogo constituem-se em uma necessidade humana e foi através deste contexto que partiu a fase da devolutiva. 8-3 DEVOLUTIVA/ENCAMINHAMENTO Na devolutiva, recomendamos aos pais um investimento maior e mais real no processo de dissociação do filho, dando-lhe oportunidade de criticar, discordar, para que possa construir-se como sujeito, o que não os impediria de exercer o interdito, para que a criança, mesmo desenvolvendo seu senso crítico, tendo seu próprio pensamento, se submeta às regras de convivência interpessoal. Sugerimos que, o acompanhamento com o aprendente deve continuar com um psicólogo. Pois, o aprendente não apresenta nenhuma dificuldade de aprendizagem apenas apresenta problemas emocionais por conta do desajuste familiar.

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